TAKASHI FUKUSHIMA
TAKASHI FUKUSHIMA

TAKASHI FUKUSHIMA
Formado em arquitetura pela FAU/USP, também freqüentou a Universidade Nacional de Arte e Música de Tóquio, com bolsa concedida pela Fundação Japão. Nas artes plásticas, iniciou-se com o pai – Tikashi Fukushima – e estudou com Luiz Paulo Baravelli. Expõe individualmente desde 1971, quando apresentou seus trabalhos na Opus Galeria de Arte (São Paulo). Das diversas exposições coletivas das quais fez parte, destacam-se as Bienais Internacionais de São Paulo (1973 e 1975 [Prêmio Aquisição]), as várias edições do Salão Paulista de Artes Plásticas (premiado em 1976 e 1987), a I Bienal do Design (Curitiba, 1990, Prêmio de Excelência) e VI Prêmio Museu da Casa Brasileira (São Paulo, 1991, Menção honrosa). Além das artes plás-ticas, concebeu cenários para peças teatrais com os quais ganhou diversos prêmios (Mambembe, Molière e Revelação do Ano [1987], concedido pela APCAO

CLAUDIO TOZZI
CLAUDIO TOZZI
Claudio Tozzi
Claudio José Tozzi (São Paulo SP 1944). Pintor. É mestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP. Em suas primeiras obras, o artista revela a influência da arte pop, pelo uso de imagens retiradas dos meios de comunicação de massa, como na série de pinturas Bandido da Luz Vermelha (1967), na qual remete à linguagem das histórias em quadrinhos. O artista trabalha com temáticas políticas e urbanas, utilizando com freqüência novas técnicas em seus trabalhos, como a serigrafia. Em 1967, seu painel Guevara Vivo ou Morto, exposto no Salão Nacional de Arte Contemporânea, é destruído a machadadas por um grupo radical de extrema direita, sendo posteriormente restaurado pelo artista. Tozzi viaja a estudos para a Europa em 1969. A partir dessa data, seus trabalhos revelam uma maior preocupação com a elaboração formal e perdem o caráter panfletário que os caracterizava. Começa a desenvolver pesquisas cromáticas na década de 1970. Nos anos 80, sua produção abre-se a novas temáticas figurativas, como é possível observar nas séries dos papagaios e dos coqueirais. Apresenta também a tendência à geometrização das formas. Na realização dos quadros utiliza um rolo de borracha de superfície reticulada, o que agrega novos aspectos às suas obras, como textura e volumetria. Passa a realizar trabalhos abstratos, nos quais explora efeitos luminosos e cromáticos. Cria painéis para espaços públicos de São Paulo, como Zebra, colocado na lateral de um prédio da Praça da República e outros ainda na Estação Sé do Metrô, em 1979, na Estação Barra Funda do Metrô, em 1989, no edifício da Cultura Inglesa, em 1995; e no Rio de Janeiro, na Estação Maracanã do Metrô Rio, em 1998.

Claudio José Tozzi (São Paulo, 1944- ). Painter. Holder of a Masters’ Degree in Architecture from the Faculty of Architecture and Urban Planning of the University of São Paulo (FAU-USP). In his first works, the artist revealed the influence of Pop Art, through the use of images taken from the mass media, as in the series of paintings Bandido da Luz Vermelha [The Red Light Bandit] (1967), which referred to the language of comic strips. The artist worked with political and urban themes, often using new techniques in his works, such as serigraphy In 1967, his panel Guevara Vivo ou Morto [Guevara Alive or Dead], exhibited at the National Salon of Contemporary Art, was destroyed with blows from an axe by a radical far right group, being subsequently restored by the artist. In 1969, Tozzi went to study in Europe. From this date onwards, his works revealed a greater concern with formal elaboration, losing the pamphlet character which characterised them. During the 1970s, he began to develop chromatic researches. During the 1980s, his output opened to new figurative themes, as may be observed in the series of parrots and coconut groves. He also showed a tendency towards the geometrisation of his forms. In executing his canvases, he used a rubber roller with a netlike surface, which added new aspects to his works, such as texture and volume. He began to realise abstract works, in which he explored luminous and chromatic works. He created panels for public spaces of São Paulo, such as Zebra, placed on the side of a building of Praça da República, as well as others at the Sé metro station, in 1979, the Barra Funda metro station in 1989, the Cultura Inglesa [British Council] building in 1995; and the Maracanã metro station in Rio de Janeiro, in 1998.

http://www.art-bonobo.com/claudiotozzi/tozzi.html
Uma nova paisagem para São Paulo
Uma nova paisagem para São Paulo |
Lei possibilita um novo olhar à cidade, agora com bem menos interferência publicitária. Isso é bom ou ruim? |

Lei Cidade Limpa, em vigor na capital paulista desde janeiro deste ano, tem contribuído não só para a regularização da propaganda exterior mas, principalmente, para uma questão que há anos não se via na cidade de São Paulo: a sua paisagem natural e os elementos que compõem o cenário urbano.
O prazo para adequação dos anúncios indicativos das fachadas (aqueles que têm a função de identificar os estabelecimentos comerciais) terminou em 31 de março e hoje já é possível notar a diferença.
Livre de painéis, faixas e cartazes, agora quem passa pela cidade pode contemplar prédios históricos, praças e monumentos tais como foram concebidos e, com isso, renasce uma nova relação com a cidade, bem mais pessoal e afetiva, já que a propaganda em excesso escondia as peculiaridades de cada bairro. Além disso, a retirada das faixas e placas revelou muros e fachadas carentes de manutenção e pintura, que já passam por transformações.
De acordo com o professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP) e coordenador do núcleo de pesquisas do Laboratório da Imagem e Comunicação Visual (Labim) da USP, Issao Minami, essa lei veio para instaurar uma ordem onde já não havia mais regras. “Em São Paulo havia cerca de um milhão de anúncios publicitários e, desse total, apenas cerca de 60 mil constavam no Cadastro de Anúncios (Cadan).
O certo seria cada anúncio ter seu número de registro, o que acabava não ocorrendo na prática” explica o professor.
Ainda de acordo com Minami, a medida radical – de proibir
todos os anúncios das fachadas dos comércios e outdoors – foi tomada para que a organização comece a partir da estaca zero. “Como é que você vai legislar sobre algo que está completamente ilegal. Por isso é que foi decidida a proibição de propaganda no espaço aéreo da cidade”, completa Minami.
Já para o consultor de Imagem de Marca da BBN Brasil e da Rede BBN Mundial, Augusto Nascimento, a medida vem causando um grande prejuízo à cidade. “O prejuízo financeiro é gigantesco para o comércio, para aqueles que estão tendo que tirar as placas e que não sei se terão dinheiro
para colocar outras placas menores nesse momento. Estou vendo milhares de buracos nas paredes, de onde foram tiradas as placas. A cidade ficou muito feia, perdeu vida”.
Polêmica
A lei tem causado muita polêmica, principalmente entre os profissionais da área de comunicação, que não vêem a determinação com bons olhos. Nascimento defende que a comunicação visual não é só propaganda, mas também informação e prestação de serviço e, sem as placas, será mais difícil as pessoas se localizarem e encontrarem os seus destinos. “A prefeitura está prestando um desserviço.
Agora, o cidadão deve estar tentando achar a loja que sabia onde ficava e já não sabe mais porque o prefeito fez sumir as placas. Esse vai botar o carro na rua e, não vendo a placa, vai errar o caminho.
Vai gastar mais combustível e vai causar mais congestionamento nas ruas. Quem vai pagar pela perda de tempo das pessoas e pelos seus custos de gasolina?”, defende.
Males à saúde
Por outro lado, o excesso de placas, painéis, cartazes, cavaletes, faixas, banners, totens, outdoors, back-lights, front-lights, painéis eletrônicos e painéis televisivos pode afetar diretamente o psicológico das pessoas, sem que elas percebam. Assim como os demais tipos de poluição, a poluição visual também causa males à saúde, tais como stress, fadiga, ansiedade, podendo até
mesmo propiciar o início de um processo de depressão.
Isso ocorre porque a superexposição de imagens, dispostas tanto no espaço terreno como no aéreo, exige um esforço muito maior na decodificação das mensagens. “Existe um efeito psicossomático chamado estresse visual que, sem dúvida afeta os sentidos, o bem estar e o equilíbrio emocional de maneira quase que direta” explica Minami. Augusto Nascimento defende o contrário. Segundo ele, São Paulo é uma cidade que necessita de um alto nível de redundância em comunicação visual, para a própria funcionalidade e redução do stress de sua população.
“O urbanismo do século XXI exige mais intensidade de comunicação e não menos, como quer o prefeito”.
Contribuição
A participação da sociedade, organizada em grupos, pode ser decisiva na mudança do cenário urbano.
A Associação dos Moradores e Amigos do Pacaembu mostrou que uma ação bem organizada pode surtir em resultados satisfatórios. A convite da própria associação, professores da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP) analisaram o caso da publicidade na avenida Angélica e constataram que havia um exagero nas propagandas, que atrapalhavam a visão não só de quem
passava pela avenida, mas também dos moradores dos prédios. Sendo assim, as empresas que tinham anúncios exagerados na avenida concordaram em adaptar seus luminosos e totens para
modelos mais adequados.
Ainda assim, na opinião de Minami, para que a cidade fique realmente livre dos exageros, não basta estabelecer novos critérios de fachada. Os próprios comerciantes e publicitários devem ter consciência do que é realmente adequado à divulgação do estabelecimento, respeitando as características da região e, principalmente, as pessoas que vivem no entorno. “A lei estabelece um limite máximo para as placas, no entanto, os comerciantes e publicitários sempre optam pelo máximo.
É necessário que a escolha parta de uma questão ética, para que tanto a paisagem como as pessoas não sejam prejudicadas”, afirma Minami.
Extensão
Em Santo André, existe um projeto de lei semelhante ao adotado em São Paulo, que visa estabelecer critérios com a preocupação de melhorar o visual da cidade. Apresentado pelo executivo, o projeto ainda está na câmara dos vereadores, aguardando a análise das comissões. Caso haja aprovação, a lei limitará o tamanho das inserções publicitárias nas fachadas de lojas e empresas, delimitará locais para instalação de outdoors e proibirá cavaletes nas calçadas, propagandas em viadutos, monumentos e bens tombados, além de panfletagem nas ruas.
FUCSIA
FUCSIA

Copyright © 2009 ADRIANA SASSOON .All Rights Reserved.
O nome fucsia deriva do apelido do cientista Leonhart Fuchs que descobriu
flores que apresentam essa tonalidade. No mundo da moda a primeira criadora a utilizar este tom foi Elsa Schiaparelli, uma reconhecida estilista italiana que durante as duas guerras mundiais dominou, juntamente com Coco Chanel, a indústria da moda, tornando-as eternas rivais. A colaboração da italiana com artistas surrealistas como Salvador Dalí marcou a sua carreira, deixando para a posteridade pérolas como um vestido gigante com uma lagosta impressa ou ainda um chapéu gigante em forma de sapato. Chanel dirigia-se a Schiaparelli como “a artista italiana que faz umas roupas”. Yves Saint Laurent considerava-a e ao seu rosa-choque “uma provocação”. Actualmente, em termos cromáticos, a grande herdeira da irreverência de Schiaparelli é a espanhola Agatha Ruiz de la Prada. A criadora, conhecida como a fada fucsia, adora a tonalidade “porque é a cor das meias dos toureiros, ainda que seja anti-touradas”, confessou.Porque o fucsia não é um mero rosa, nem é um lilás, porque foi preciso um pouco de arte e de ciência para que esta cor existisse, aqui estou.


flores que apresentam essa tonalidade. No mundo da moda a primeira criadora a utilizar este tom foi Elsa Schiaparelli, uma reconhecida estilista italiana que durante as duas guerras mundiais dominou, juntamente com Coco Chanel, a indústria da moda, tornando-as eternas rivais. A colaboração da italiana com artistas surrealistas como Salvador Dalí marcou a sua carreira, deixando para a posteridade pérolas como um vestido gigante com uma lagosta impressa ou ainda um chapéu gigante em forma de sapato. Chanel dirigia-se a Schiaparelli como “a artista italiana que faz umas roupas”. Yves Saint Laurent considerava-a e ao seu rosa-choque “uma provocação”. Actualmente, em termos cromáticos, a grande herdeira da irreverência de Schiaparelli é a espanhola Agatha Ruiz de la Prada. A criadora, conhecida como a fada fucsia, adora a tonalidade “porque é a cor das meias dos toureiros, ainda que seja anti-touradas”, confessou.Porque o fucsia não é um mero rosa, nem é um lilás, porque foi preciso um pouco de arte e de ciência para que esta cor existisse, aqui estou.

Copyright © 2009 ADRIANA SASSOON .All Rights Reserved.
Karla Montenegro de Meneses & Adriana Sassoon
http://www.fucsia.com.br/
* PROJETO DE DECORACAO DE VITRINE, ARRANJOS E FOTOS.By ADRIANA SASSOON

Programa Viva Mundo
Lançamento do programa Viva Mundo
O lançamento do programa associativo não governamental Viva Mundo do Instituto Triangulo que ocorreu no buffet Parmênion movimentou Santo André.
O objetivo do Vivamundo é o desenvilvimento sustentável através da mobilização no ambiente urbano com campanhas de mobilização incorporando atitudes sutentaveis em casa, na escola e no trabalho.
A coordenação do Intituto Triangulo tem a liderança de Eduardo Shiguemi Maki que é filho de Hanji Maki e sobrinho dos irmãos Hiroyuki e Issao Minami.
Eduardo é pioneiro no programa de reciclagem de óleo vegetal usado desde 2003, contribuindo para que toneladas deste residuo não seja jogado na rede de esgotos das cidades.
O lançamento do projeto foi prestigiado por ínumeras lideranças ambientalistas dentre os que se destacam pelo seu trabalho em prol da qualidade de vida da região do ABC e de São Paulo.
O FAZER DE UM ARTISTA-ARQUITETO
|































